domingo, 2 de agosto de 2015

Peru, Lima

Enfim férias e chegamos a Lima. Dia nublado como a maioria dos dias, segundo o guia. Escala de 1 dia, vamos conferir a cidade e o transporte público!


Impressionante como tem carro velho!!!Apesar do transporte ser caótico, pois na parte de cima vimos os microônibus, de propriedade privada, disputando passageiros, é uma gritaria! Mas na via rápida abaixo, é uma organização! Veja !!! Quando há segregação do pedestre com a via, não há risco de atropelamento!

Fomos conferir o Chez Wong famoso chef peruano que o Zé viu no Olivier Anquier. O chefe abate o linguado na nossa frente, em filés que se transformam em delicioso ceviche num passe de mágica!

Momento tietagem e de agradecimento pela maravilha!
Ele transformou a garagem dele num restaurante, a casa não tem placa, nem nada! Só o boca a boca!  

 Muito bem! Campanha contra violência de gênero! Porque olha só, comentando com Milena que esteve lá, percebi mesmo, é muito machismo e homofobia imperando em brincadeirinhas a toda a hora!
 Se não é pra construir barreiras...o que significam estas barreiras?
 A praça maior de Lima


domingo, 8 de março de 2015

Chile, até a próxima !!!

De volta a Santiago no domingo, não podia embora sem ir ao Mercado Central, comer locos! moluscos gigantes como podem ver. Deliciosos! Imperdíveis! De bronca não comemos no famoso Donde Augusto que tá comprando todos os pequenos restaurantes, no me gusta esta capitalización. Tem outras opções!

No Centro Cultural Estação Mapocho vimos a exposição feita com material reciclado de computadores, onde 1 monstrinho parecia ter saído dos desenhos do Moebius, do Incal, com o Jodorowsky. Estava tendo também a Expo Animê, lotadíssima, um dos caras de camisa listrada saiu de Pucon no mesmo vôo da gente e veio para cá. No café esperando o vôo, figuras ao meu redor!  2 atletas de bike, magros.Um grupo com essas ropichas, achei que eram publicitários, do design, e tinham um destino certo! Estavam discretos!




Segunda feira: Vamos passear! Quê? tudo fechado. Parques, museus, o jeito é dar umas voltas! Passamos em frente a casa do Neruda no bairro Bella Vista, e o Zé que não é muito fâ dele, se rendeu diante de um poema lindo que está inscrito nas pedras em frente!

Almoçamos pastel de choclo que mais parece um escondidinho de milho, fica bem adocicado! Tomamo café na galeria Bella Vista de uma simpática senhorinha que tinha este quadro verdade na parede!




Uma foto com o simpático vendedor louco por novelas brasileiras! queria ter tirado uma com a garçonete mapuche, fiquei constrangida!


Última noite, um jantar de gala com a melhor roupa no melhor restaurante, a luz de velas! kkk


Hasta a la vista Chile!


Chile, 03/03/2015







Pucón, último dia!

Passeando no último dia em Pucón, misturando-se com os locais, com as hortências, com as flores típicas verdadeiramente falsas? É isso mesmo! lindas né?



E o vulcão em toda parte, sempre presente confundindo-se às construções, inevitável, pra ser admirado, respeitado!

Quanto ao nosso hostel: o primeiro dia, ficamos num quarto com banheiro privativo, mas como resolvemos ficar mais, mudaram a gente para outro quarto onde o banheiro era de uso coletivo!O que faz o instinto primitivo de preservação numa hora destas? roubos de papel higiênico?!?!?! disputas de uso?!?!? temos que verificar melhor as condições destes hostels da próxima vez! A localização era fantástica, do lado de um rio onde se faz rafting!

Nos restaurantes muitas garçonetes são mapuches. O Raíces, tinha uma especialmente bonita! Gerente alemão.
Na volta o Zé encontrou a Sônia Paiol que trabalhou um tempo com a cultura mapuche e ela disse que é um povo que não se mistura até hoje. O povo mapuche tem uma presença significativa no Chile, são "combativos", com bandeira e tudo, principalmente nesta região, buscam a recuperação do território. No aeroporto vê-se as placas em 3 línguas!



Chile, 31/01/15




quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Chile, termas e bicicletadas

Dia seguinte, no pacote incluído do vulcão, estava o passeio às Termas. Nada mais compensador como um dia duro e outro relaxante, né mesmo? Incluí ainda uma massagem e almocei lá debaixo desta construção de madeira, apreciando a paisagem! Essas ciruelas seriam as seriguelas, e os pêssegos? coisa mais deliciosa! comemos o tempo inteiro durante a viagem!

 

 

 

 

Dia de passeio de bike pra mim, mas último dia de prova para o Zé. Impressionante a infraestrutura da prova que a cada dia mudava o acampamento de lugar em locais belíssimos. O Zé voltou todos os 3 dias para o hostel que ficava num local estratégico para ele.

 

 

Aluguei uma bike e me aventurei sozinha num circuito seguro até o parque nacional Villarrica! Quanta pedra pelo caminho! Um passeio que deveria ser de 2 horas, levei 4 hs! Mas sozinha, fiz no meu ritmo, com toda a segurança, e no fim, com muita mas muita pedra fofa pelo caminho e já no parque, larguei a bike na portaria e fui a pé até o lago.


 

 

  

Acabei meu passeio busquei o Zé, final de campeonato! 150 km cumpridos. Índio pícaro comemora!!!

Chile, 31/01/2015

Chile, Vulcão Villarrica

Chegada do grande dia para a subida a um dos vulcões mais ativos do Chile.
Começamos a caminhada aos 1.600 m, da base de 1.200m + 400m de teleférico. Foi um grupo grande de 13 pessoas composto por 1 família chilena de 5, mãe e filha costa-riquenha, 1 inglês poliglota, 1 americano monoglota e sua amiga latino-americana, 1 casal brasileiro e a alpinista.
A subida até o topo leva umas 4 horas com algumas paradas e até a 1a parada fui no ritmo de todos. Começa ficar cada vez mais íngreme, o ar fica rarefeito, o coração dispara, achei que ia ter um troço. Havia 4 guias pro grupo, então 1 guia ficou comigo e com a mãe costa-riquenha e subimos no nosso ritmo, parando mais vezes. Achava engraçado quando o guia perguntava como estavamos e a costa-riquenha respondia "Pura vida", expressão comum na Costa Rica para celebrar a vida!
Há trajetórias bem definidas na neve tanto pra subir quanto pra descer, a neve vai virando gelo, mas não precisou usar o "crampon" nos pés pra agarrar à neve mais endurecida. Subimos só com as botas da agência.

 

 

 

Chegar nas alturas realmente é fantástico com o organismo já acostumado, porém, o cheirinho de enxofre não é nada agradável!  E os guias no verão que sobem todo dia, heim? Naquele dia estava suportável. E a boca do vulcão? Assustador! Não dá pra ver o fundo, não! Do alto se vê outros vulcões como o Mocho-Choshuenco, afinal o Chile tem mais de 2000 vulcões com 55 ativos!

 

A descida de esquibunda foi impressionante! fiquei receosa no início, saí da trilha 1 x só, me advertiam pra permanecer sentada pois ia ficando deitada, me diverti outros tanto! Mas prepare-se porque a roupa extra, a pranchinha de plástico não te protege do gelo congelante no forévis! Imagine a encolhida que deve dar nos meninos! Todo o grupo bravamente concluiu o percurso todo e lá na agência teve confraternização com cervejinha e salgadinhos!



Os guias me falaram que é possível ver o trajeto com um binóculo forte, e não é que consegui capturar com a minha máquina os trajetos? Olhando para o meio do vulcão, uma parte sem gelo, vê-se o da subida, à esquerda e o da descida um pouco mais visível à direita, 3 linhas!

Chile, 29/01/2015